“Dia Estadual do Choro” por Mário Albanese

qui, jun 28, 2012

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“Dia Estadual do Choro” por Mário Albanese

Caríssimos parceiros de ideias e ideais.

A agonia do compositor se iniciou a partir do momento em que a internet, que revolucionou a comunicação no mundo, permitiu baixar de graça as músicas de preferência do internauta sem citar a autoria.Tornou-se banal fazer download de músicas, filmes, programas, concertos e outros quetais sem respeitar o direito moral do compositor de ser pelo menos, reconhecido…

Vem aí na próxima quinta-feira, 28.06.2012, o DIA DO CHORO um movimento que se iniciou como conjunto instrumental urbano constituído por músicos amadores com um solista e acompanhantes. A formação tradicional inclui instrumentos de fácil transporte, dois violões de seis cordas, um de sete cordas, cavaquinho, bandolin, flauta, clarineta, pistão trombone, pandeiro e até um eventual cantor. A formação instrumental varia de acordo com as circunstâncias.

Importante reconhecer que a atividade musical em grupo libera emoção, desenvolvimento e colabaoração, fatores que beneficiam e incentivam a vida em sociedade. É a transformação do ser humano pela vibração positiva da música. No Choro o repertório é variado e inclui valsa, marcha, maxixe, polca, chotis e tudo mais que o grupo queira ou entenda que deva tocar, inclusive, jequibau! Não há restrições que inibam sua formação instrumental, repertório nem tampouco a execução de diversos ritmos em andamento livre.

O Dia do Choro em São Paulo homenageia GAROTO, Aníbal Augusto Sardinha, na data de seu nascimento 28 de Junho de 1915, um artista mundialmente reverenciado como o Gênio das Cordas. Essa atitude deveria coincidir com o lançamento do Livro “O Gênio das Cordas: Nosso Amigo Garoto e que tem como fundamento os depoimentos de Mário Albanese, Raphael Musitano Pirágine, Ivo Araujo e josé Vasconcellos, que conviveram com o excepcional músico paulistano. Os relatos são ricos em informações e documentos, além de sumarizar uma proximidade que projeta e revela aspectos raros de sua vida e personalidade.

Os fatos e as fotos valorizam e documentam essa aguardada publicação que traz de volta o entorno social e artístico desse importante momento da cultura musical de São Paulo. Músicos e artistas de valor, que estariam esquecidos ou sem imagem definida estão presentes para que sejam identificados e preservados na memória dos que amam a música.

Obrigado!

Acreditando que o pensamento cria, o desejo atrai e a fé no trabalho realiza, conto com seu inestimável apoio.

Com particular consideração,

Mário Jequibau Albanese.



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