“Dia do Radialista – Homenagem a João Tomas do Amaral” por Tercio Borges

qui, nov 7, 2013

Vivendo o Choro

“Dia do Radialista – Homenagem a João Tomas do Amaral” por Tercio Borges

Grande Tomas do Amaral, na minha pobre matemática, não sei contar quantos momentos bacanas passamos juntos em Lisboa, quantos choros escutamos juntos, quanto mudamos o mundo em nossos papos regados a vinho de boa pipa, nem quantos copos foram, nem quantos dias fazem que não te vejo, mas sei que são muitos… na minha perspectiva, perto do infinito, que não pode ser definido por números, ou será que pode?… Hoje 07/11/2013. Dia do Radialista. Parabéns ao mais profissional dos amadores (neste caso, a ordem dos fatores altera o produto) que nos dá força para chorar em 2/4, 3/4, 4/4 em 4, 6, 7 cordas, ou mesmo em apenas duas cordas vocais.

Tercio Borges
Nasceu no Rio de Janeiro em 1964, músico, compositor, autor de diversas trilhas para cinema, teatro, televisão e rádio, é integrante do Grupo de Choro Raspa de Tacho (Lisboa), Clube do Choro de Lisboa e Tércio Borges & Os Democratas do Samba.
www.facebook.com/TercioBorgesDemocratasDoSamba
www.facebook.com/democratasdosamba

www.facebook.com/MiniTeatroCalcada147
www.facebook.com/raspadetachoband



, ,

5 Comentários para ““Dia do Radialista – Homenagem a João Tomas do Amaral” por Tercio Borges”

  1. João Tomas do Amaral Says:

    Prezado Tércio Borges!!!

    Inicialmente agradeço a sua lembrança pelo dia do Radialista.

    O seu relato possibilitou uma viagem no tempo e no espaço, e assim percorri calçadas, ruas, lugares, momentos e pensamentos vivenciados na bela Lisboa e com a presença de pessoas. Dentre essas, inquestionavelmente Tércio Borges, Suzana, Gabriel Godoi, João Fião e João Vaz entre outros amigos da vida e da arte.

    É gostoso recordar as circunstâncias que motivaram o nosso primeiro contato e encontro quando da apresentação do Raspa de Tacho, no Cinema São Jorge, durante o evento de lançamento do filme da Velha Guarda da Portela e Marisa Monte em terras lusitanas. Uma noite brasileira em Lisboa maravilhosa com direito a caipirinha, boa música – choro e samba -, e claro os ingredientes para um bom bate-papo. Saudade e recordar é sempre viver!!!

    Meu Caro Amigo Tércio, a partir daí, certamente foram muitos outros momentos em que o foco é indiscutivelmente a dádiva da amizade não só comigo, mas também com o meu Gustavo e mais frequentemente com o Raphael que tem uma apreço especial por você, Suzana e a Violeta, e claro todos os agregados culturais envolvidos também no Mini Teatro da Calçada. Encontros, conversa, vinho, boa música, poemas, trilha sonora e filme – A PRECE. Enfim, com todos os elementos necessários para curtirmos a dádiva da amizade!!!

    Prezado Tércio, se cabe Matemática, claro que cabe, até porque isto tudo aconteceu por conta de meu trabalho envolvendo Matemática e Bento Caraça, mas o que posso afirmar é isto está envolto e regado a bons sentimentos. Viva a saúde, o encontro e a amizade!!!

    O meu abraço Amigo deste lado do Atlântico

    João Tomas do Amaral

  2. Tercio Says:

    Vê se da próxima vez, em terras lusas, faz melhor as contas e arranja 10 minutos, cravados ou não, para estar com os amigos. Forte abraço!!!

  3. João Tomas do Amaral Says:

    Prezado Tércio Borges!!!

    De pronto as minhas desculpas. Realmente, depois de cruzar o Atlântico (de Nazareth) eliminando os mais de 8000 Km e estando em Lisboa ter dificuldade de estar com os amigos é daquelas coisas que não se faz, mesmo!!!

    Mas, tudo por conta da quantidade de afazeres e alguns tiveram que ser adiados para a nossa próxima estada em Lisboa. Certamente com boa conversa, música – Choro e Samba -, e aquela vinho. Claro, serve o nacional, mesmo!!!

    Com a minha saudade a você, a Suzana, a Violeta, e a família Raspa de Tacho e a Democratas do Samba.

    Contamos com os Chorões de plantão!!!

    Até a próxima!!!

    João Tomas do Amaral

  4. Tercio Says:

    Quando vier avisa, com alguma antecedência, pra gente organizar um autêntico chorinho na laje com feijoada, vinho e cervejinha, em plena Europa!

  5. João Tomas do Amaral Says:

    Prezado Tércio Borges!!!

    Certamente, na próxima estada em Lisboa organizaremos o autentico Chorinho com a nossa tradicional feijoada. E a caipirinha?

    Levarei o feijão preto, o arroz – ficará soltinho – e o nosso limão taiti – acho o galego melhor. Estava esquecendo da cachaça!!!

    Tudo sem exagero!!! Só para recriar o clima essencialmente brasileiro em terras de Camões!!!

    Contamos com os Chorões de plantão!!!

    Até a próxima!!!

    João Tomas do Amaral


Escreva um comentário